A União Europeia aprovou seu 18º e mais abrangente pacote de sanções contra a Rússia, visando o setor energético vital do país com um limite de preço mais baixo para o petróleo e restrições expandidas nas indústrias bancária e militar.
As novas medidas têm como objetivo reduzir as receitas de petróleo da Rússia, que financiam cerca de 30% de seu orçamento, e perturbar sua chamada 'frota sombra' usada para contornar sanções anteriores. O Reino Unido se juntou à UE na redução do limite de preço do petróleo russo, enquanto alguns membros da UE, como a Eslováquia, inicialmente resistiram, mas concordaram após garantias energéticas serem asseguradas. Apesar desses esforços, analistas e insiders da indústria sugerem que a Rússia se adaptou às sanções, com países como Índia e China continuando a importar petróleo russo, e navios-tanque gregos ainda o transportando sob certas isenções.
As sanções são esperadas para impactar os mercados globais de petróleo, refinarias indianas e o comércio internacional, mas sua eficácia a longo prazo em conter o financiamento da guerra pela Rússia permanece incerta.
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